terça-feira, 28 de maio de 2013

Um Conto que Contas - Natal na Vila da Geometria


No âmbito do concurso "Um conto que contas", promovido pela Sociedade Portuguesa de Matemática, uma equipa da nossa escola decidiu participar, produzindo um conto e respetiva ilustração.
De sessão em sessão, o trabalho foi-se desenrolando; o conto começou a ganhar forma, dando lugar ao produto final que , na nossa opinião foi bem conseguido.  Foi um trabalho de articulação muito enriquecedor, quer ao nível da Língua Materna, quer no domínio da Matemática, já que permitiu recordar e até consolidar muitos dos conteúdos trabalhados ao longo dos dois últimos anos letivos.
O facto de termos alcançado uma menção honrosa, deixou-nos muito orgulhosos e com vontade de participar em novos desafios.
 Professora Céu Pereira


NATAL NA VILA DA GEOMETRIA

É Natal na vila da Geometria!

Há uma grande azáfama nas suas ruas, ora paralelas, ora perpendiculares, de vez em quando interrompidas por rotundas circulares.
Numa dessas rotundas está montada a árvore de Natal, em forma de cone, enfeitada com dezenas de figuras luminosas: quadrados, retângulos, triângulos, pentágonos…, de cujos vértices saem filamentos dourados a perderem-se de vista, como semirretas das quais se conhece o princípio mas não o fim.
Há ruas com números pares e ruas com números ímpares. Na rua 27 fica a igreja, um edifício robusto, em forma de paralelepípedo, com um telhado semelhante a uma pirâmide quadrangular.
Nesta vila os habitantes são todos sólidos geométricos: os homens são poliedros, uns grandes, outros pequenos, mas todos de linhas direitas, senhores do seu nariz, que não é mais do que um dos seus vértices. As mulheres são todas não poliedros, mais ou menos roliços, mas todas elas com curvas, como convém aos seres do sexo feminino.
Uma das famílias desta vila era constituída pelo pai, um paralelepípedo de grande volume, que impunha o respeito e a ordem na casa; a mãe, uma esfera média que passava o dia a rebolar pela casa, atarefada nas lides domésticas; o filho mais velho, um cubinho de faces pálidas e arestas frágeis que por vezes o faziam cambalear; e finalmente a filha mais nova, um cilindro bebé que rolava constantemente pelo chão à procura da chupeta.
De vez em quando, entre tanto rebuliço, saltavam-lhe as bases, dois círculos congruentes de pequeno diâmetro. Era o irmão, o cubinho, que com alguma dificuldade a ajudava a colocar as tampas novamente.
Era uma família solidária e, nesse Natal, decidiram fazer algo para ajudar as famílias mais pobres da vila da Geometria. Havia prismas tão magrinhos que pareciam simples linhas retas, cilindros que tinham crescido tão pouco que se confundiam com círculos, esferas tão raquíticas que quase desapareciam em pequenos pontos…
O primeiro a dar uma ideia foi o filho mais velho, o cubinho, que propôs contactarem o Presidente da Câmara e pedirem-lhe para afixar cartazes pela vila toda, sugerindo a contribuição de todos, com alimentos e brinquedos para os mais necessitados.
O pai, que achou a ideia do seu filhote muito interessante, deu continuidade ao projeto sugerindo que fossem pedir aos bombeiros que deixassem guardar todas as contribuições no seu quartel.
A mãe e a filha concordaram e afirmaram que esta era uma ideia muito boa, mas que iria dar muito trabalho. Mas, tratando-se de ajudar o próximo, não houve qualquer hesitação.
O primeiro passo foi falar com o Presidente da Câmara que aceitou logo a sugestão e prometeu toda a colaboração.
Os bombeiros, com os seus capacetes em forma de semiesfera, também apoiaram o projeto, oferecendo-se para fazer o cartaz. Assim que o primeiro esboço ficou pronto lembraram-se que teria muito mais impacto fazerem um cartaz vivo, junto à árvore de Natal da vila, e que substituiria o tradicional presépio.
Todos ficaram entusiasmados e deitaram mãos à obra, já que era preciso fazer e colar cartazes e ainda organizar o cartaz vivo.
Convidaram alguns habitantes da vila vizinha, a vila dos Símbolos Matemáticos, e fizeram o primeiro ensaio no quartel. Uma frase, escrita ao fundo, apelava à participação de todos: “Ajudem-nos a ajudar os que precisam!”. Do lado direito posicionou-se o pai paralelepípedo que simbolizava o caixote onde se colocariam os alimentos recolhidos; do lado esquerdo a filha, o pequeno cilindro, representando o saco onde se acumulariam os brinquedos. Os voluntários da vila dos Símbolos Matemáticos espalharam-se à volta: o + (mais) representava mais alegria; o – (menos) significava menos lágrimas; o : (dividir) incitava a dividir presentes e o x (vezes) propunha-se multiplicar os sonhos; o > (maior) convidava a um maior sorriso; o < (menor) a um menor sofrimento e o = (igual) apelava a um Natal igual para todos.
O ensaio correu muito bem, por isso dedicaram os restantes dias da semana à afixação de cartazes nos postes e nas árvores. Por toda a vila viam-se cubos encavalitados em prismas, pirâmides encavalitadas em cilindros, cones encavalitados em paralelepípedos… com o objetivo de colarem os cartazes em sítios bem altos e visíveis. Apenas as esferas não puderam participar porque, sempre que tentavam, rolavam sem parar. Por isso ficaram muito tristes por não poderem contribuir com o seu trabalho, achando-se inúteis e desinteressantes. Esqueciam-se que sem elas não havia nem bolas de futebol, nem bolas de Berlim, nem berlindes pequenos e coloridos, nem pérolas brilhantes para fazer colares, nem sequer o planeta da Matemática em que viviam.  Então entretinham-se a cantar pelas ruas tornando o trabalho dos outros menos monótono.

 
Somos esferas felizes,
Estamos sempre a rolar,
Pelas ruas desta vila
Ninguém nos pode parar! 

 
Queremos ajudar os pobres,
Dar-lhes um Natal melhor,
Comida, brinquedos, roupa,
Ou até um cobertor.

 
“Ajudem-nos a ajudar!”
É o lema de todos nós,
Sejam cubos, cones, esferas,
Pais, filhos ou até avós.


O Natal está a chegar,
E com ele vem a magia,
Queremos espalhar amor,
Solidariedade e alegria!

 
E assim, num ambiente ameno e descontraído, a tarefa de colar cartazes foi decorrendo sem qualquer problema. Começou a escurecer e todos regressaram às suas casas para descansar.
 No domingo seguinte a campanha foi um sucesso. Apesar da neve que caía copiosamente, ninguém arredou pé. A rotunda encheu-se de gente, o Presidente da Câmara fez o seu discurso de agradecimento, ora em linguagem natural, ora em linguagem matemática não se esquecendo de mencionar em especial a família que tinha iniciado todo este movimento. Todos os que puderam apareceram com os seus donativos; as fábricas da vila foram os que mais contribuíram. Angariaram-se muitos alimentos e inúmeros brinquedos, que proporcionaram um Natal feliz a todos os habitantes da vila. As crianças apresentaram uma dança ensaiada na escola, pelos professores, cuja coreografia incluía dezenas de árvores de Natal em translações sucessivas, estrelas em rotações estonteantes e pequenos anjos que se multiplicavam em reflexões constantes.
A televisão, o MatCanal, fez uma reportagem no local e algumas imagens foram mesmo publicadas na internet.
Os habitantes das vilas vizinhas viram as imagens, aperceberam-se dos efeitos desta campanha e imitaram-na.
Numa das vilas, a vila dos Números Primos, surgiu um grande problema: como é que se poderiam ajudar uns aos outros se o número de habitantes era infinito? Sim, há mais de 2000 anos atrás o matemático Euclides tinha comprovado esse facto que os deixara de cabeça à nora. E agora, como iriam começar uma campanha que não sabiam quando e onde iria terminar? Mas nem isso os demoveu e iniciaram a sua missão de solidariedade sabendo que ela se prolongaria indefinidamente.
 Ao longo dos anos esta ação foi-se sempre alargando no tempo e no espaço num movimento gigantesco, espalhando felicidade e alegria.
Hoje em dia o Planeta da Matemática, o tal que tem forma de esfera um pouco achatada nos polos, adormece em paz e tem sonhos maravilhosos que o fazem sorrir, mesmo a dormir… 

 
É por isso que, quando abrimos o nosso livro de Matemática, nos deparamos com figuras geométricas coloridas; sólidos geométricos alegres e brincalhões que se encavalitam uns nos outros; isometrias cheias de movimentos elegantes; símbolos matemáticos saltitantes; potências cheias de força e de vontade de viver; frações que se juntam umas às outras para formarem números inteiros, porque “A união faz a força”; expressões numéricas de expressão sorridente; problemas que sempre têm solução… 

 

FIM 

Autores:

                Gonçalo Pinto Teixeira – 6ºD
                Rui Pedro Remuge Pinheiro – 6ºD
                Madalena Filipa Monteiro Remuge – 6ºD
                João Manuel Cardoso da Silva – 6ºD

Professora responsável:

                Maria do Céu Freitas da Silva Pereira

Escola:
                E. B. 2,3 de Souselo – Agrupamento de Escolas de Souselo - 2012/2013
 
 
 
A Biblioteca Escolar dá os parabéns aos autores deste fantástico conto!

domingo, 5 de maio de 2013

DIA DA MÃE


Ter mãe é ter um tesouro
De raríssimo esplendor,
Não há jóia, não há ouro,
Que se iguale a tal valor.

              
Newton Rossi

A todas as mães desejamos um FELIZ DIA!

terça-feira, 30 de abril de 2013

Concurso de Leitura

Realizou-se, nos dias 23 e 24 de abril de 2013, mais um Concurso de Leitura, uma iniciativa do Departamento de Línguas, em articulação com a Biblioteca Escolar.
Este ano, mais uma vez, participaram alunos de todos os níveis de ensino, desde o pré-escolar ao 1º, 2º e 3º ciclos, com textos em língua portuguesa, em inglês e em francês.

23 de abril - Pré-Escolar, 1º e 2º ciclos

O júri


















VENCEDORES
Pré -Escolar
1º lugar : Jardim de Infância de Lavra
2º lugar : Jardim de Infância de Fonte Coberta

1º Ciclo

1º lugar:
1º ano Tarouquela
2º ano Lavra
3º ano Lavra
4º ano Lavra

2º ciclo
Português
1º lugar: 5º C
2º lugar: 5º D
3º lugar: 5º B
4º lugar: 5º A

Inglês
1º lugar: 5º D
2º lugar: 5º A
3º lugar: 5º C
4º lugar: 5º B

Português

1º lugar: 6º A
2º lugar: 6º B
3º lugar: 6º C
4º lugar: 6º D

Inglês
1º lugar: 6º A
2º lugar: 6º B
3º lugar: 6º D
4º lugar: 6º C

24 de abril - 3º ciclo


O júri



















VENCEDORES
3º Ciclo

Português
1º lugar: 7º A
2º lugar: 7º B
3º lugar: 7º D
4º lugar: 7º C

Inglês
1º lugar: 7º A
2º lugar: 7º B
3º lugar: 7º D


Francês
1º lugar: 7º A

Português
1º lugar: 8º B
2º lugar: 8º C
3º lugar: 8º D
4º lugar: 8º A

Inglês
1º lugar: 8º B
2º lugar: 8º D
3º lugar: 8º A

Francês
1º lugar: 8º B
2º lugar: 8º A
3º lugar: 8º C

Português
1º lugar: 9º D
2º lugar: 9º C
3º lugar: 9º A
4º lugar: 9º B

Inglês
1º lugar: 9º D
2º lugar: 9º A/C
3º lugar: 9º B

Francês
1º lugar: 9º D
2º lugar: 9º B
3º lugar: 9º A
4º lugar: 9º C

Naturalmente que a votação foi renhida e todos os participantes estão de parabéns!
Agradecimentos a todos os que colaboraram na concretização desta atividade.

Encontro com o escritor Richard Zimler

No dia 23 de abril recebemos a visita do escritor Richard Zimler.


 
Foi uma manhã diferente para os alunos do 6º e 9º ano, que já conheciam duas das suas obras (Hugo e Eu e as Mangas de Marte; Ilha Teresa) e estavam ansiosos pelo encontro e por colocar as suas questões a propósito da vida e obra do escritor.
Richard Zimler a todos respondeu de forma pronta e simpática, dando-nos a conhecer pormenores da sua vida nos Estados Unidos da América e os motivos que o levaram a vir viver para Portugal, onde foi bem acolhido, não obstante o choque cultural a que foi sujeito e que continua a deixá-lo "baralhado" de vez em quando. Por ele ficámos a saber que foi precisamente este choque de culturas que o inspirou para escrever Ilha Teresa, um livro que foi fácil de escrever por ter como cenário a sua terra natal.
Os alunos presentes nas duas sessões mantiveram-se atentos a todas as palavras do escritor e não perderam a oportunidade de ter o seu exemplar autografado no final do encontro.
 


 


 
 

Testemunhos dos alunos do 9º ano
 

Richard Zimler, nascido em Nova Iorque, em 1995, é um escritor de renome internacional, mas em que, curiosamente, a sua paixão pela escrita surgiu tardiamente. Sonhou ser jogador de basebol, basquetebol e até mesmo uma estrela rock, mas só a escrita permaneceu na sua vida.
Um episódio trágico levou Richard Zimler a abandonar o seu país de origem e partir para Portugal. Esse acontecimento deu-se na altura em que nos Estados Unidos da América surgiu um novo vírus, o HIV, na década de 80. Richard, após o seu irmão ser contaminado e posteriormente ter falecido, não aguentou o facto da Sida, por ser novidade na altura, ser tema de conversa por parte de todos, sentindo-se então obrigado a abandonar o seu país.
Foi então que, quase por pura coincidência, surgiu uma proposta de trabalho para Richard Zimler e para o seu companheiro, em Portugal, daí ele ter abandonado o seu país e recomeçar do zero.
Zimler chegou a Portugal em 1990. Viveu um período muito difícil de adaptação, pois eram várias as diferenças culturais. A principal foi a forma de pensar, pois o que o autor achava ser correto, para o povo português era completamente errado. Só doze anos depois, em 2002, é que Richard conseguiu tornar-se um cidadão português completo, naturalizando-se para participar, ativamente, na nossa sociedade. 
Richard escreveu o seu primeiro livro, em Portugal, cujo título é O Último Cabalista de Lisboa 
A 23 de abril de 2013, Richard esteve presente na nossa escola. Foi-nos dada a oportunidade de o questionar, obtendo assim as respostas já mencionadas anteriormente.
Este breve encontro com Richard Zimler enriqueceu-nos bastante, pois Zimler falou da sua história de vida, que para muitos deve ser considerada uma lição de vida, pois Richard conseguiu tornar-se no grande homem que é hoje.
Carlos Jesus, Rafaela Monteiro, Márcia Santos, Fátima Santos e Diana Beleza (9ºD)


 
Richard Zimler é um escritor muito interessante. O livro dele que eu li foi Ilha Teresa, cuja história gira à volta de uma rapariga portuguesa de 15 anos que vai viver com a família para Nova Iorque (trajeto que o escritor percorreu, só que ao contrário, de Nova Iorque para Portugal). É um escritor muito simpático e expressivo. No dia 23, quando estivemos à conversa com ele, achei que a sua vida foi muito complicada, mas que é uma pessoa com muita força que conseguiu superar as suas dificuldades. Editou vários livros com os quais tem muito sucesso.
Joana Pinheiro (9ºC)
 

 A visita do autor foi muito importante para quem leu os seus livros ou até mesmo para quem nunca leu nada seu, pois motiva-nos para a leitura das suas obras. Conhecer pessoalmente o escritor foi essencial pois parece que tornou o livro mais interessante. Ouvi-lo falar da mudança da sua vida, foi do que mais gostei.
Diana Lemos (9ºC)
 

(…) Teve muitas dificuldades em adaptar-se, principalmente, à cultura e à língua portuguesa. Todos os seus livros são escritos primeiramente em inglês e depois são traduzidos para português. (…) Falou-nos um pouco dos seus gostos, interesses e também nos falou dos seus livros e das suas pesquisas para os redigir. Acho que foi um acontecimento muito bom para toda a comunidade educativa da EB 2,3 de Souselo.
Divo Pinto (9ºA)
 

(…) De seguida, o autor fez uma breve comparação entre o estilo de vida norte-americano e o português, referindo assim que acha mais acolhedor o povo americano, devido à sua boa hospitalidade e abertura, referindo também que é mais fácil travar amizades com os americanos, devido à sua informalidade ao expor parte da sua vida privada a desconhecidos, contribuindo para quebrar preconceitos. (…)
Joana Monteiro, Joana Moreira, João Pinto, Tatiana Vieira (9ºD)
 

O encontro realizado com Richard Zimler, no dia 23 de abril, na Biblioteca da Escola, foi excecional.
Podemos dizer que este encontro não possuiu aspetos negativos, apenas positivos, devido ao bom humor do escritor e à energia sentida na sala, ao encontrarmos um escritor bastante talentoso e com uma história de vida bastante emotiva.
Foi um encontro bastante informal, tendo os alunos a oportunidade de colocar questões a Richard Zimler (…)
Bruno Silva, João Silva, Tiago Rocha (9ºD)
 

 (…) Richard é um escritor bastante simpático e a alegria nova-iorquina/portuguesa estava refletida nos seus olhos. Com a tocante história de vida contada por Zimler, aprendemos uma valiosa lição: nunca devemos desistir da nossa vida e devemos tentar ultrapassar todos os obstáculos, por mais que isso custe. (…)
Ana Soares, Carlos Ferreira, Manuela Brites, Ricardo Monteiro (9ºD)
 

 (…) Este encontro foi dirigido aos alunos do 6º e 9º anos. Correspondeu às nossas expectativas. Muitos de nós pensávamos que não nos iria trazer nada de novo, mas, pelo contrário, sentimos que foi bastante proveitoso e ficámos com uma imagem bastante positiva do escritor em causa.
Logo no início colocou todos os alunos à-vontade, estabelecendo uma conversa informal e interessante com todos. (…)
Bruna Cardoso, Cláudia Costa, Joana Silva (9ºD)
 

 (…) Confessamos que no início as nossas expectativas não eram muito elevadas, pensávamos que ia ser aborrecido. Contudo, Richard Zimler surpreendeu-nos bastante com o seu lado divertido e otimista. (…) Podemos concluir que a visita de Richard Zimler foi interessante e enriquecedora, por isso, achamos que se deve investir na cultura.
Alexandra, Milene, Mónica, Rita (9ºD) 

 

Apresentação do livro "Crónicas de Tarciva"

No dia 23 de abril, Dia do Livro e do Direito de Autor, o nosso Agrupamento recebeu, com muito carinho e orgulho, os nossos ex-alunos Pedro Almeida  e Tiago Soares para apresentarem o seu primeiro livro Crónicas de Tarciva.
Estes jovens escritores portaram-se à altura de grandes escritores, nesta sessão que decorreu na Biblioteca Escolar e teve como público alunos do 7º e 9º ano e os olhares atentos de (ex-)professores.
O livro eoncontra-se apenas disponível na Internet, em http://www.bubok.pt e conta a história  de Reinaldo, um jovem apaixonado pela leitura, que um dia foi presenteado com o livro "Crónicas de Tarciva", que passou a ser o seu preferido desde então e acabou por o transportar para essa terra, onde segue em busca do famoso segredo de Tarciva.
Mas para saberem mais sobre esta história cheia de suspense e aventuras, terão de ler o livro, é claro!
Por cá, já vários alunos e professores o têm nas suas mesinhas de cabeceira para ler até ao último parágrafo.
Quanto aos seus autores, reiteramos os nossos votos de muito sucesso e felicidades, esperando que encontrem grandes momentos de inspiração que deem à sua escrita o reconhecimento por que tanto anseiam. Até lá, ficaremos a aguardar a sua próxima obra com expetativa.